sexta-feira, 20 de outubro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
292 de 365 - E quando a vida te prega um susto...
"Sabes, quando tens pela primeira vez a certeza daquilo que pretendes para ti, mas andas às voltas, às voltas, sem saber por onde começar?"
E eis o dia em que a vida te prega um susto e te mostra aquilo que há tanto procuras.
Incrédula, olhas para os lados e tentas encontrar uma razão para voltar atrás.
Beliscas-te e perguntas uma e outra vez, será verdade, será mesmo isto?
Beliscas-te e perguntas uma e outra vez, será verdade, será mesmo isto?
No teu íntimo, naquilo que és, sabes que sim, sabes que é esse o caminho, mas tens medo.
Medo, porque não sabes por onde começar.
Medo, porque estás consciente que terás de dar valentes passos atrás.
Medo, porque as amarras que te prendem parecem não esticar mais.
A vida prega-te um susto, aponta-te o caminho certo e desta vez tu não queres desistir, não podes desistir. Sentes que vais ter de te soltar, doa a quem doer, pois agora és só tu.
Ganhas fôlego, fechas os olhos ao teu mundo e atiras-te ao abismo da incerteza.
A vida prega-te um susto e tu, tu olhas em frente e voas, voas bem alto!
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
O melhor da vida... fazer pão.
"Nada melhor do que um pãozinho acabado de sair do forno..."
Ontem aventurei-me e experimentei fazer uns pequenos pães para o lanche dos miúdos.
A receita "roubei-a" daqui. É simples, rápida e com um resultado delicioso... A combinação perfeita!
Os miúdos acharam-nos um pouco insossos (os malandros), mas já era de esperar! Segundo eles os do supermercado são bem mais doces e estes não...
Na verdade, eu gostei imenso e vou continuar a fazê-los pois são perfeitos para lanches e piqueniques e o melhor de tudo, são feitos por mim!
terça-feira, 17 de outubro de 2017
290 de 365 - Tão longe, mas sinto-me tão perto...
"Estou tão longe de saber como foi, como é, como será daqui para a frente, mas sinto-me tão perto... "
Longe de saber como se sentem, como sofrem, longe de viver o horror da perda.
Mas mesmo longe, sinto-me perto, tão perto.
É impossível ficar indiferente, seguir caminho como se nada fosse, é impensável não sentir um nó no estômago, uma tristeza profunda com o que se está a passar.
Estou triste, revoltada, sinto-me impotente, sinto-me mal.
Sinto um misto de orgulho e de vergonha deste meu país.
Orgulho pela coragem de uns, que munidos apenas do instinto de sobrevivência, lutam pelas suas vidas.
Orgulho pela coragem e força de outros, que trabalham por amor ao próximo, arriscando a sua vida para salvar vidas.
Sinto vergonha dos nossos políticos, que há décadas fecham os olhos a este flagelo.
Vergonha dos homens e mulheres que fazem da desgraça alheia o mote para críticas a uns e outros.
Vergonha deste "jogo do empurra", onde os peões somos nós, os cidadãos, que nas horas más nos deparamos com a dura realidade de abandono, desprotegidos por um Estado omisso e incompetente.
É um misto de sentimentos, é o reabrir de uma ferida que ainda está tão viva.
Dezenas de famílias em luto, dezenas de vidas por viver, um ecossistema devastado, um país em cinzas.
Estou tão longe de saber como foi, como é, como será daqui para a frente, mas estou tão perto, sinto-me tão perto...
Perto de coração, de lamento e de profundo pesar.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Mãe de dois #19
Enquanto faz as somas que trouxe como trabalho de casa...
Eu. - Siiiim?
G: - Gostavas de ser rica?
Eu: - Eu gosto de ser como sou, mas não me importava de ter mais algum dinheirinho.
G: - Pois!...E não gostavas de ter alguém para te ajudar no trabalho para poderes descansar?
Eu: - Sim, isso sim!
G: - Vês! Para isso tinhas de ser rica, para pagar a essa pessoa!
Eu. - Pois... Acho que tens razão...
G: - Bem... Finalmente admites que eu tenho sempre razão!!!
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
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