terça-feira, 11 de julho de 2017

192 de 365 - Para não esquecer...

Vivo completamente focada em mudar o meu (o nosso) estilo de vida...
Determinada em abrandar e aproveitar ao máximo o "aqui e agora", sei que levará o seu tempo e sei também, que não será uma jornada fácil.

Quando levas uma vida cheia de vícios e rotinas, cheia de verdades e certezas (que nesta fase deixaram de fazer sentido) a mudança torna-se mais desafiante e, ao mesmo tempo, mais difícil. 
Tem dias em que custa, em que a preguiça fala mais alto, dias em que voltar ao mesmo parece tão mais fácil...
Ontem escrevi no nosso quadro de recados: "Vamos viver devagar e ser felizes"... Escrevi para eles, mas sobretudo, escrevi para mim, para que nos dias em que o chão treme e as dúvidas turvam, nos sirva de inspiração e nos faça seguir em frente.

Reencontrei-me há algum tempo e é ai que quero continuar.
Devagar em tudo, em mim, na vida, no amor.
Devagar para continuar a ser feliz...


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Almocinho de fim de semana...

Simples, fresco e rápido de fazer.
Perfeito para quando chegas da praia, cheia de calor e com vontade de dormir uma bela sesta...

Uma fatia de pão torrado coberta com queijo creme.
Salmão fumado,
Fatias finas de abacate temperado com sumo de limão e sal,
Pedacinhos de tomate
1 ovo escalfado
Coentros

Para acompanhar uma salada verde e um belo sumo de fruta



Faço minhas estas palavras...


domingo, 9 de julho de 2017

Coisas giras e cheias de graça - IN Lagos Street Food Fest

Desde a primeira edição que andava mortinha por lá ir...
Não há duas sem três e à terceira foi de vez!

Este sábado rumei a Lagos para conhecer o In Lagos Street Food Fest 2017.


Uma mostra ou pequeno festival, se assim quisermos chamar, de "Food Trucks".  
Há uns anos chamaríamos de roulotes, mas os tempos são outros...
Com um design mais moderno (embora muitas nos façam lembrar as carrinhas de gelados dos anos 50) são bastante apelativas e cheias de charme, não só pelo seu aspecto exterior como pela comida que apresentam. 
Os tradicionais cachorros e bifanas de outrora, perderam terreno para os tacos e hamburgueres, para as sandes de pão pita e wraps... Estas novas carripanas oferecem-nos os petiscos da moda, iguarias dos quatro cantos do mundo que vieram para ficar.

Embora modernizado, na minha opinião, o conceito continua o mesmo, comida rápida, saborosa e acessível e o melhor de tudo é que, neste festival podemos encontrar várias opções para todos os gostos!
Eu rendi-me aos tacos, mais concretamente ao "Taco vegetariano de húmus com amêndoa e rúcula", super delicioso e que combinou na perfeição com um sumo de melancia e gengibre. 

O "In Lagos Street Food Fest" é um evento simples, pequenino, mas muito agradável, um programa para desfrutar a dois, com um grupo de amigos ou em família.
O ambiente deste festival é super descontraído e cheira a Verão. Foi perfeito para uma noite diferente, numa cidade que adoro!

Teria sido ainda mais perfeito se não estivesse tanto vento (e frio), mas ainda assim, gostei imenso e recomendo vivamente. 
Para o ano espero lá voltar (desta vez com um agasalho extra) e levo os miúdos comigo, acho que vão adorar!...









sexta-feira, 7 de julho de 2017

E se em vez de deitar fora?...

Ao organizar os materiais escolares dos meus filhos, verifiquei que a maior parte dos cadernos do mais velho apenas tinha sido utilizada até meio (ou nem isso!).

Como não costumo guardá-los (à excepção dos do 1º Ciclo) o meu primeiro impulso foi colocá-los no Ecoponto para papel, mas antes de o fazer pensei:
E se ao invés de "deitá-los fora" os reutilizasse?
Comecei por retirar as folhas usadas, forrei as capas com restos de papel de embrulho e por fim com papel autocolante transparente. 
Alguns deles ficaram como novos e como têm ainda imensas folhas vou guardá-los para o próximo ano. Os que ficaram mais "magrinhos" guardo-os para mim, sou apaixonada por cadernos e blocos de notas e estes serão, sem dúvida, muito, muito úteis.

Outros materiais que costumo reutilizar são: lápis de cor (por vezes chegam ao final do ano com um tamanho bastante razoável), tesouras, réguas, estojos, etc... Isto, porque tenho por hábito investir um bocadinho mais em materiais resistentes e sem "bonecada", deste modo nunca passam de moda e são mais duráveis.

Além daquilo que podemos poupar, ao reutilizarmos objectos estamos também a ajudar o nosso Planeta. Menos coisas significa menos matéria-prima gasta, menos poluição, menos desperdício...

Sei que este post em nada tem a ver, numa altura em que só se pensa em férias, sol e descanso, mas nós mães fazemos sempre contas à vida cada vez que pensamos no regresso às aulas e nos custos que isso acarreta.






"Cherry Pie" ou Tarte de Cereja...

Sempre que vejo, nos filmes ou séries de tv, as famosas Cherry pies, fico de olhos em bico e toda eu estremeço de vontade de lhes dar uma trinca.

Há uns dias decidi aventurar-me e fui à procura de uma receita de tarde de cerejas...
Para meu espanto, não é nada difícil e faz-se muito rapidamente (à excepção, é claro, do descaroçar das cerejas!)...

Para a massa:
2 chávenas e meia de farinha de trigo sem fermento.
225gr de manteiga sem sal
1 colher de chá de sal (pus um pouco menos)
1 colher de chá de açúcar (substituí por geleia de Agave)
1/4 de chávena de água gelada.
1 ovo batido para pincelar

Para o recheio:
1 Kg de cerejas bem maduras, sem caroço
3/4 chávena de açúcar (usei açúcar amarelo)
1/4 chávena de farinha de trigo (usei amido de milho)
Raspa e sumo de 1 limão

Preparar a massa: 
Numa tigela coloquei a farinha, o sal e o açúcar. Adicionei a manteiga aos cubos e misturei tudo até ficar com um aspecto de granulado. Juntei a água gelada e continuei a envolver os ingredientes até obter uma massa homogénea e húmida.
Dividi a massa em duas partes iguais, formei duas bolas e envolvi-as em película aderente.
Coloquei a massa no frigorífico para refrigerar durante 1 hora.

Preparar o recheio:
Numa tigela coloquei as cerejas partidas aos pedacinhos, o amido de milho, o açúcar e o limão. Envolvi tudo muito bem e reservei.

Montar a tarte: 
Entretanto, estendi uma das partes da massa (com a ajuda de um rolo) sobre a bancada de trabalho previamente polvilhada de farinha. 
Cobri uma forma de tarde (com fundo amovível) com a massa e nela verti o recheio das cerejas.
Com a outra parte da massa, cortei várias tiras com aproximadamente 1,5 cm de largura e cobri a tarte de modo a fazer uma espécie de quadriculado. 
Por fim, pincelei as tiras e o rebordo com o ovo batido e levei ao forno pré-aquecido a 180ºC. 
O tempo de cozedura pode variar de forno para forno, o melhor mesmo é ir vigiando, estará pronta quando o recheio começar a borbulhar e a massa estiver bem dourada.
Depois de cozida, retirei-a do forno e deixei arrefecer durante algumas horas, antes de servir, para a base absorver os sucos do recheio.

Pode servir-se fria, mas se aquecerem um pouco as fatias no microondas e as servirem com uma generosa bola de gelado de nata ou baunilha, fará com certeza, toda a diferença...


A receita original podem encontrá-la aqui: https://goo.gl/fvdP52


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Espaços lindos que me inspiram...