domingo, 23 de abril de 2017

A bússola aponta para SW

Partimos logo de manhã rumo ao sudoeste.
Daqui ao Amado uma hora de caminho, mais coisa menos coisa, uma viagem que vale cada segundo, cada quilómetro.
A praia, o mar, a energia, tudo me atrai naquele lugar.
É a minha preferida, a minha praia número um, onde já fui tão feliz e onde teimo em regressar, sempre!
Um lugar super tranquilo que nos contagia, não apenas pela sua beleza mas também pela descontracção e boa onda de quem o frequenta.
Dali, saltámos até à Arrifana para almoçar no sítio do costume, o "Hello Sailor" o nosso favorito!
Um restaurante super simpático, com um excelente ambiente e uma esplanada top, já para não falar da comida, ai a comida!... 
Desta vez, rendi-me ao hambúrguer vegetariano, acompanhado por uns chips de batata doce de Aljezur e uma saladinha, que me souberam pela vida!
Um dia em cheio que passou rápido, tão rápido, e que ficará guardado no coração junto a tantos outros...
Vamos voltar daqui a nada, uma e outra vez, sempre que o nosso coração nos peça porque fomos, somos e seremos sempre tão felizes ali.
Obrigada meu querido SW.






 





sexta-feira, 21 de abril de 2017

O melhor da vida - Pensar novo, fazer novo

Li algures que devemos fazer algo novo todos os dias.
Não é fácil, mas também não será assim tão difícil...
Todos os dias são janelas que se abrem, são possibilidades infinitas, páginas onde podemos rabiscar o que quisermos, se quisermos.
Os dias podem ou não repetir-se, podem ser mais calmos ou mais agitados, mas estou certa de que um pensamento novo, uma atitude nova, poderá fazer toda a diferença.
Vamos pensar fora da caixa, sim?
Vamos fazer coisas novas, mesmo que não as façamos T-O-D-O-S os dias!


Espaços lindos que me inspiram...


quinta-feira, 20 de abril de 2017

Vacinar os nossos filhos, sim ou não?

A questão nem se deveria colocar, afinal a história fala por si.
Temos provas dadas da importância da vacinação e não deveria passar pela cabeça de nenhum pai colocar isso em causa.
Na minha opinião, cada um deverá ter o direito de educar os seus filhos consoante os seus princípios e valores, no entanto, não podemos esquecer que aqui, não se trata apenas daquilo que podemos ou não achar melhor, trata-se da saúde pública, trata-se de colocar a vida dos outros (além da dos nossos) em risco.
O que possibilita um pai de pôr em causa o acto de vacinar, é o facto de algumas doenças estarem controladas ou erradicadas, caso contrário, acredito que ninguém iria sequer, pensar em não fazê-lo.
Parece muito óbvio, eu sei, mas por uns pagam outros e a factura a pagar é alta, muito alta.
Por esse mundo fora morrem todos os dias centenas/milhares de crianças por falta de assistência médica ou vacinas, não consigo compreender que "num mundo" que se diz desenvolvido, em que as vacinas (na sua maioria) são gratuitas, seja necessário alertar e sensibilizar para a importância da vacinação...



quarta-feira, 19 de abril de 2017

109 de 365 - Fim de férias

Umas férias tranquilas, que lhes soube a pouco.
Um quebrar de rotina que me ajudou a recarregar baterias e preparar para o que há-de vir.
Dias cada vez mais quentes, fins de tarde mais compridos e uma paz que há muito não sentia.
Os pensamentos têm encaixado aos poucos e quero acreditar que a partir de agora algumas coisas irão mudar.




terça-feira, 18 de abril de 2017

TPC's em tempo de férias, sim ou não?

Não me lembro se já aqui escrevi sobre os TPC's, é que são tantas as vezes que me vejo e revejo a falar sobre isso...
Se já o fiz, não importa, "vira o disco e toca a mesma!"
Por mais que tente, não consigo perceber o objectivo das "n" coisas que os miúdos trazem para fazer em casa, sobretudo em tempo de férias!
Será que o meu conceito de férias está desactualizado?
Sinto-me como que entre a espada e a parede. Se por um lado "mando às favas" os TPC´s e deixo o miúdo gozar as suas merecidas férias, estou a desautorizar a professora. Se, por outro lado, me obrigo a mandá-lo fazer os trabalhos, estou a bater de frente com os meus princípios e a pactuar com este sistema educativo que considero extremamente obsoleto, já para não falar de estar a massacrar o miúdo com as 1001 coisas que ainda lhe faltam fazer...
Sinceramente, estou cada vez mais desiludida com o nosso modelo de escola que (salvo raras excepções) em nada promove  a individualidade e  não deixa espaço à criança de ser aquilo que ela melhor sabe ser, ser criança.