segunda-feira, 10 de abril de 2017
domingo, 9 de abril de 2017
O melhor da vida - Dias felizes entre o campo e o mar
Numa semana de loucos, em que o trabalho me consumiu até ao tutano, sinto a mente em êxtase mas o meu corpo implora descanso.
Fechei o ciclo com chave de ouro e dedico um dia inteiro ao meu trabalho mais importante, ser mãe!
Hoje, dei o pontapé de saída para aquilo a que chamo umas mini/micro férias, nas quais quero/preciso dar aos meus filhos todo o meu tempo, toda a minha atenção, aquela que eles tantas vezes reclamam mas que já aprenderam a dividir com tantas outras coisas.
Neste primeiro dia, fomos de piquenique até à Praia Fluvial de Alcoutim que nesta altura do ano ainda não tem muita gente, o que é óptimo!
Escolhemos uma árvore gigante que nos ofereceu uma sombra fantástica e deu colo ao meu mais velho, vezes sem conta!
Estaminé montado, comidinha caseira e muita correria e jogos de bola, a receita perfeita para uma manhã bem passada.
Estaminé montado, comidinha caseira e muita correria e jogos de bola, a receita perfeita para uma manhã bem passada.
À tarde fomos até à praia, desta vez praia de mar e como o tempo não convidou a banhos ficámo-nos pelo areal e pelas birras do mais novo que acusava cansaço de sobra.
No regresso a casa, um silêncio que soube pela vida, quebrado pelas conversas malucas dos filhos e a sensação boa de que, por muitos altos e baixos que a vida nos possa oferecer, momentos destes são, sem dúvida, "O Melhor da vida".
quinta-feira, 6 de abril de 2017
terça-feira, 4 de abril de 2017
Mãe de dois... #7
Eu: - G. vem cá baixo buscar os sapatos que deixaste espalhados aqui na sala!
G. : - Já vouuuuuu!
Eu: - G. não ouviste? Vem cá baixo buscar os sapatos!
G: - Vou jaaaaaà!
Eu: - Vem agora!
G. : - Já vouuuuu!
Eu: - G. vem buscar os sapatos, se faz favor!
G. : - Eu não posso ir mãe!
Eu: - Não podes porquê?
G. : - Porque estou "lideralmente" cansado...
NO COMMENT!
G. : - Já vouuuuuu!
Eu: - G. não ouviste? Vem cá baixo buscar os sapatos!
G: - Vou jaaaaaà!
Eu: - Vem agora!
G. : - Já vouuuuu!
Eu: - G. vem buscar os sapatos, se faz favor!
G. : - Eu não posso ir mãe!
Eu: - Não podes porquê?
G. : - Porque estou "lideralmente" cansado...
NO COMMENT!
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Alegria!
Para uma pessoa que sente um prazer e uma "alegria" enorme ao ver tudo nos devidos lugares, ter encontrado o método Konmari é um perfeito momento "eureka"!
Apesar da minha paixão pela organização, nem sempre é fácil ter a casa como gostaria. A gestão do tempo (que muitas vezes não é feita do melhor modo), os miúdos, um cão e trabalhar em casa, são alguns dos factores que me desviam um pouco (muito) do objectivo.
O método Konmari foi um achado e porquê?
Porque me ajuda, além de arrumar a casa, a arrumar a minha mente.
Não sei se será defeito ou feitio, mas sempre que as coisas em casa não andam como eu gostaria, a minha cabeça anda a mil. É uma espiral difícil de sair pois, quanto mais penso naquilo que tenho por fazer, mais desorganizada fico, deste modo, acabo por não resolver a causa e o efeito torna-se numa causa também...
Não é fácil manter as coisas arrumadas a toda a hora, assim como não é fácil nos despegarmos de coisas que não nos fazem falta, coisas que facilmente se tornam um fardo, se tornam mais tralha para arrumar e por ai a diante...
O livro "Alegria! da Marie Kondo, tem-me ajudado a definir aquilo que realmente pretendo, como consegui-lo e sobretudo a sentir-me feliz com isso. Está escrito de um modo muito simples e acessível, super organizado (como era de esperar) e, na minha opinião, é muito inspirador.
A nossa casa é o nosso mundo, reflecte aquilo que somos e ajuda-nos a ser aquilo que querermos ser. Eu, não quero uma casa de capa de revista nem um museu, quero apenas uma casa simples, prática e funcional, cujo ambiente seja a nossa cara, a nossa vida, o nosso mundo...
Faço minhas estas palavras...
“Quando a primavera chegava, mesmo a falsa primavera, não havia problemas excepto o de onde ser mais feliz. A única coisa que poderia estragar um dia eram as pessoas, e se você pudesse evitar compromissos, cada dia era ilimitado. As pessoas eram sempre as limitadoras da felicidade, com excepção daquelas poucas que eram tão boas quanto a própria primavera.”
Ernest Hemingway
sábado, 1 de abril de 2017
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