terça-feira, 3 de maio de 2016

Espaços lindos que me inspiram...








Mãe de dois... #2

G: - Oh Mãeee! Quando é que eu vou ficar grande, já tou farto de ter11 anos!!!
Eu: - Ainda falta um bocadinho, mas é tão bom ser pequenino!...
J: - Cá eu não quero crescer!
Eu: - Porquê J.?
J: - Olha!!! Para poder brincar e não ter as chatices dos IRS e aquelas cenas...

segunda-feira, 2 de maio de 2016

O melhor da vida - Dia da Mãe

Fica a memória de um dia de sol, de quase Verão... Passado como gostamos mais, os quatro juntos em sitios que nos fazem bem.
Se foi um dia especial? Foi como muitos outros, um domingo em família, com mais ou menos beijos, com mais um menos birras, com mais ou menos "amo-te muito". 
Não fizemos deste dia, um dia melhor ou pior, vivemo-lo de coração cheio, sem espectativas, nem grandes planos.
Eu, desliguei de qualquer distracção e foquei-me neles, foquei-me em nós. Substituí o telemóvel pela lente da minha máquina fotográfica, substituí as redes sociais pelos estimulos dos meus cinco sentidos.
Eles, riram, choraram, discutiram, brincaram, fizeram birras, deram abraços...
Nós, caminhámos de mão dada, demos beijos e sentimos que somos "um só, com mais dois ", que somos família, perfeita na sua imperfeição.
Demos tempo a nós e demos tempo aos avós, sobretudo às avós, porque também elas são mães, as nossas mães e este também foi o seu dia... 



sábado, 30 de abril de 2016

Abril

És daqueles meses tranquilos que passam rápido sem deixar grandes marcas mas, ainda assim, sou grata por aquilo que partilhámos. Os bons momentos , as aprendizagens que fiz e até mesmo os dias cinzentos e as perdas.
Somos tão diferentes Abril, mas ao mesmo tempo tão iguais... Somos estáveis na nossa instabilidade, tu és Liberdade, eu sou aquilo que ela me dá.
Obrigada Abril...

quinta-feira, 28 de abril de 2016

E porque o Dia da Mãe está a chegar...

Referir-me a mim mesma como Mãe, no início, causou-me tal estranheza que ao ouvi-la ou pronunciá-la me parecia uma palavra desconhecida. Era algo com um significado que, até então, eu só conhecera como filha.
Confesso que estranhei nos primeiros dias, mas aos poucos passou a fazer parte, de tal modo, que se transformou quase no meu primeiro nome, deixei de ser a "N" e passei a ser "a mãe do J" e mais tarde, também  "a mãe do G."
Esta minha nova identidade foi criando raízes e com ela trouxe tantas outras coisas. Passei a ver-me de um outro modo, transferi-me para segundo plano no ranking das prioridades e dei inicio a uma viagem sem regressso... uma viagem por vezes difícil, por vezes mais serena mas que, sem dúvida, fez e faz de mim uma pessoa melhor.


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Conhecer-me, aceitar-me e amar-me incondicionalmente

Conhecer-nos a nós próprios, saber o que realmente queremos para nós, é um processo complicado e nada fácil de superar.
Quando somos tão exigentes connosco ao ponto de nos colocarmos sempre à rectaguarda, sempre no patamar de baixo e acharmos, à partida, que não somos capazes, que as nossas conquistas nunca são suficientemente boas, a coisa ainda se complica mais...
Conhecer-me, aceitar-me e amar-me incondicionalmente não tem sido nada fácil, confesso.
Nesta fase, sinto que estou num ponto de viragem. Embora ainda não tenha encontrado o caminho que tenciono seguir, encontrei o sentido para muitas outras coisas. 
Acredito que as mudanças levam o seu tempo, que os passinhos são muito curtos mas há tanta coisa que faz sentido, que só por si me faz querer continuar.
Este meu processo tem vindo a amadurecer ao longo do tempo. Comecei por dar valor às coisas simples, aprendi a substituir o mais pelo menos e a ver com olhos de ver as coisas e as pessoas que quero para mim, aquelas que realmente importam.
Aprendi também, que um corpo saudável faz uma mente saudável. Para tal, iniciei (as tão desejadas) aulas de Yôga e Pilates, que me ajudam a sentir bem por fora e por dentro. 
Tenho vindo a incutir hábitos de alimentação saudável, o que me despertou para novos sabores e alimentos. 
Voltei a acreditar nos benefícios da Meditação e uso-a como uma ferramenta essencial para minimizar os picos de stresse e ansiedade.
E por fim, acho que o mais importante foi ter-me reconciliado comigo mesma. 


O processo é complicado, é longo, mas vale a pena, pois assim conseguirei encontrar o rumo certo, aquele caminho que quero seguir...Conhecer-me, aceitar-me e amar-me incondicionalmente.